BLOG DO FABIO PERSI - INFORMAÇÕES DE INTERESSE PÚBLICO


Entidades que ajudam País recebem Selo de Participação Legislativa

 

 

AGÊNCIA CÂMARA

 

Entidades que atuam em parceria com a Câmara dos Deputados para gerar projetos que melhoram a qualidade de vida da população brasileira serão homenageadas com o Selo de Participação Legislativa. A entrega do Prêmio será feita pela idealizadora do selo, a Comissão de Legislação Participativa (CLP), no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, no dia 14 de maio, quarta-feira, a partir das 18 horas.

 

Entre as entidades homenageadas, está a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), que colaborou efetivamente para criar a Lei de Informatização do Projeto Judicial, em 2006. Como resultado da Lei 11.419, a sociedade brasileira passou a conviver com uma Justiça mais ágil e confiável e obteve facilidades para acessar as informações do judiciário. Além disso, a informatização ajudou a reduzir a superlotação nas cadeias, já que diminuiu o tempo de análise de casos em que o detento pode receber a liberdade.

 

Outras entidades receberão o selo por ter apresentado o maior número de sugestões e aprovações na Comissão de Legislação Participativa, desde 2001, como a Associação Comunitária Chonin de Cima (Acocci), de Governador Valadares (MG), e o Centro Feminista de Estudo e Assessoria (Cfemea). Uma quarta categoria homenageia entidades cujos eventos apresentaram o maior número de participantes desde 2001, incluindo a

Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGT) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Saúde (CNTS).

 

O presidente da CLP, deputado federal Zequinha Marinho (PSC-PA), participa da entrega das homenagens, juntamente com o deputado Lincoln

Portela (PR-MG), também membro da comissão. A premiação foi concebida durante a gestão de Portela como presidente da CLP, em 2013.

 

 

Entidades agraciadas:

 

Categoria I – Entidades que apresentaram o maior número de sugestões na CLP desde 2001

 

Associação Comunitária do Chonin de Cima – ACOCCI

 

Centro Feminista de Estudos e Assessoria – CFEMEA

 

Conselho Social de  Estrela do Sul – CONDESESUL

 

 

 

Categoria II – Entidades que tiveram o maior número de sugestões aprovadas na CLP desde 2001

 

Associação Comunitária do Chonin de Cima – ACOCCI

 

Centro Feminista de Estudos e Assessoria – CFEMEA

 

Conselho Social de  Estrela do Sul – CONDESESUL

 

 

 

Categoria III – Entidades cujos eventos apresentaram o maior número de participantes desde 2001

 

Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e

Transexuais – ABLGT

 

Confederação Nacional dos Trabalhadores em Saúde – CNTS

 

ONG SOS Segurança dá Vida

 

 

 

Categoria IV - Entidades indicadas por trabalhos relevantes para o País

 

Associação dos Juízes Federais do Brasil - AJUFE

 

Movimento Xingu Vivo para Sempre

 

 

SOS Mata Atlântica



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 10h14 PM
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Dilma assina ordem de serviço para duplicação da BR-381, justificando atrasos

 

A presidente justificou dizendo que o governo estudava passar a administração da estrada para a iniciativa privada, mas resolveu não fazê-lo. Outros quatro lotes ainda estão em fase de negociação com as empresas participantes do processo

 

A presidente Dilma Rousseff (PT) assinou na tarde desta segunda-feira, em Ipatinga, Região do Vale do Aço, a ordem de serviço para a duplicação de cinco trechos da BR-381,conhecida como rodovia da morte, entre Belo Horizonte e Governador Valadares. Durante sua fala, a presidente disse que o atraso na obra ocorreu porque o governo federal chegou a cogitar a possibilidade de conceder a rodovia para a iniciativa privada, mas acabou recuando porque, segundo ela, o pedágio ficaria muito caro. O governo federal irá investir R$ 2,5 bilhões nas obras, sendo R$ 1,33 bilhão referente aos lotes com ordem de início hoje, segundo informou Dilma em sua conta no twitter, e reforçou durante seu discurso. Outros quatro lotes ainda estão em fase de negociação com as empresas participantes do processo. O prazo de término dos trabalhos é de quatro anos. (Veja mapa no final da matéria)

 

Primeiros sinais de obras de duplicação começam a aparecer na BR-381

 Governo de Minas rebate acusações de atrasos feitos pela presidente Dilma

Segundo a presidente, as obras vão permitir o crescimento da região e, principalmente, evitar que ocorram mais mortes na estrada, uma das mais importantes do estado. Ainda sobre a demora no início das obras, Dilma também aproveitou a vinda a Minas para atacar os adversários. “Nos oito anos que estiveram à frente do pais não fizeram essa rodovia”, afirmou, em referência à administração tucana do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Ela ainda declarou que vai acompanhar “de perto” o ritmo da obras e da liberação dos recursos, por parte do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit).

 

Em todo trabalho de duplicação haverá construção de cinco túneis, 34 pontes, 66 viadutos, além de 31passarelas, 150 paradas de ônibus e de uma variante em Santa Bárbara numa extensão de 303 km da BR-381. O ministro dos Transportes, César Borges, ressaltou a importância econômica e social dos trabalhos da BR-381 para o estado de Minas Gerais e para outras regiões do pais. ”Significa desenvolvimento, significa salvar vidas”, considerou. Ele citou trechos de outras rodovias no estado que estão recebendo investimento federal para duplicação ou melhoria totalizando empenho de cerca de R$ 8 milhões.

 

Dilma também falou de outras obras em Minas. Sobre Belo Horizonte ela citou os recursos para modernização e ampliação do metrô e para o Anel Rodoviário, que lhe permitiu fazer mais críticas aos adversários. Ela disse que o governo federal “tem todo o interesse”de executar a obra, já ele faz parte de uma nova política de evitar o trânsito no centro das cidades e nas periferias habitadas das médias e grandes cidades. Dizendo que chegou a propor para o governo de Minas que os custos fossem arcados pelo governo federal, ela disse que a culpa pelo atraso deve ser compartilhada. “Se tiver atraso eu sugiro que se cobre do governo de Minas pelo atraso e não só do governo federal. Porque na hora da gente fazer o acordo e passar os recursos todo mundo quer, e na hora de cobrar tem que assumir também”, disse.

 

Discurso de campanha

 

Apesar da motivação da cerimônia ser a assinatura dos contratos para duplicação da BR-381, a presidente aproveitou para fazer uma espécie de apanhado de seu governo. Dizendo ser republicana, a presidente disse que sempre optou pela parceria com todos os estados e municípios, independentemente de questões partidárias ou eleitorais. “A parceria é a minha praxe”, disse. Na sequência, ela comentou sobre vários programas de seu governo como o Minha Casa, Minha Vida e o Mais Médicos e ainda sobre a destinação dos royalties do petróleo que transfere a maior parte dos recursos para a educação.

 

Por fim, Dilma encerrou seu discurso ressaltando as características dos mineiros. “Eu considero que quem nasceu aqui tem uma visão de mundo especial. Como dizia o poeta, se você olha o mundo lá de cima das montanhas você tem uma visão diferente”, disse.

 

Marcelo Ernesto – ESTADO DE MINAS



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 10h08 PM
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Dilma pode sancionar na íntegra projeto para criação de municípios

 

A expectativa é de aliado da base governista no Senado, que, na semana passada, aprovou texto base criando as novas regras para criação, incorporação, fusão e desemembramento de municípios

 

Novas regras para criação , incorporação, fusão e desmembramento de municípios dependem de sanção da presidente Dilma Rousseff para entrar em vigor. Projeto de lei do Senado foi aprovado na semana passada e parlamentar da base aliada espera que o texto seja sancionado na íntegra pela presidente. A expectativa tem a ver com a negociação feita diretamente com o governo para aprovação do texto base no Parlamento. As emendas devem ser votadas na próxima semana. Depois do Senado, o texto será examinado pela Câmara, antes de seguir para sanção da presidente da República.

 

O texto base determina que a criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de Municípios dependerão da realização de Estudos de Viabilidade Municipal (EVM) e de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos, por meio de lei estadual.

 

“Essa é uma luta em que estou empenhado há mais de 12 anos. Estamos construindo outro [projeto] de maneira que chegue à presidente sem nenhum argumento para veto. Espero que os municípios deste Brasil, de Norte a Sul, de Leste a Oeste, possam ser beneficiados”, disse o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB/RR).

 

Entre as mudanças em relação ao projeto original estão a previsão de tamanho mínimo dos novos municípios a serem criados. Eles deverão ter área não inferior a 200 quilômetros quadrados, nas regiões Norte e Centro-Oeste, e 100 quilômetros quadrados nas regiões Nordeste, Sul e Sudeste.

 

O texto também estabelece números mínimos de habitantes para os novos municípios, variando de 6 mil a 20 mil de acordo com a região. “ Há certa neurose dizendo que [com a entrada em vigor da lei] vai ser uma enxurrada de municípios. Pelo contrário, se já estivesse valendo, municípios como Borá, lá em São Paulo, e uma penca de outros municípios não teriam sido criados”, afirmou o senador senador por Roraima, referindo-se àquele que é considerado o menor município do país, com 805 habitantes, conforme Censo de 2010 do IBGE.

 

 

Com Agência Senado



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 10h04 PM
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Sem consenso, aliança entre PSDB e PSB pode não acontecer

 

'Do ponto de vista matemático, esse acordo não faz sentido', afirma Apolo, referindo-se a um possível pacto de não agressão firmado entre os presenciáveis Aécio Neves (PSDB-MG) e Eduardo Campos (PSB-PE)

 

 

A declaração do deputado estadual Daniel Coelho (PSDB-PE) de que pode se candidatar a governador ou senador em Pernambuco, caso o PSB não apoie o PSDB na eleição para governador em Minas Gerais, animou o pré-candidato dos socialistas em Minas, Apolo Heringer-Lisboa. “Do ponto de vista matemático, esse acordo não faz sentido”, afirma Apolo, referindo-se a um possível pacto de não agressão firmado entre os presenciáveis Aécio Neves (PSDB-MG) e Eduardo Campos (PSB-PE). Para justificar sua conta, Apolo argumenta que o número de eleitores em Minas (15,5 milhões) é mais do que o dobro do colégio eleitoral pernambucano (6 milhões).

 

“Imagina se o Eduardo Campos deixar de conseguir votos em Minas com um candidato alternativo, que pode fazer a diferença”, completa Apolo, reforçando a tese de sua candidatura ser também um palanque para o ex-governador pernambucano em Minas. Apolo, entretanto, representa os desejos da Rede, partido capitaneado por Marina Silva, que não conseguiu se constituir a tempo para o pleito de outubro e fechou um acordo com o PSB. A ex-senadora do Acre será candidata a vice na chapa encabeçada por Eduardo Campos.

 

Para o presidente do PSB em Minas, deputado federal Júlio Delgado, Apolo não é uma unanimidade na legenda. “O Apolo é um nome sustentado pelos companheiros da Rede. Quando o partido (PSB) colocar um nome, terá mais força e apelo do que o nome do Apolo”, afirma o presidente do PSB. Para Delgado, os representantes da Rede que estão filiados ao PSB insistem na candidatura própria no estado, mas esse, segundo ele, não é o sentimento da maioria do partido.

 

A convenção para decidir pelo nome do candidato ou se será mantido o apoio ao PSDB está marcada para 29 de junho. Apesar de sempre ter defendido uma costura mais próxima ao senador Aécio Neves, Delgado não descarta que o partido possa lançar um nome. “Em Minas tem duas candidaturas que não conseguem empolgar, que são a do Fernando Pimentel (PT) e a do Pimenta da Veiga (PSDB) e isso pode fazer surgir espaço para outro nome”, avalia Delgado.

 

O presidente do PSDB em Minas, o deputado federal Marcus Pestana, adota outro discurso e diz que a política no Brasil está extremamente confusa. “O importante é ter objetivos estratégicos e ver o interesse da sociedade”, afirma. Para o tucano, tanto Aécio quanto Campos “sabem que o país não suporta mais quatro anos do governo de Dilma Rousseff”.

 

Pestana entende que o sentimento da população é de mudança e  que o eleitorado de Minas e Pernambuco é essencial para isso. “Tenho certeza de que estaremos juntos”, crava o deputado. Sobre os ensaios da candidatura do deputado estadual tucano Daniel Coelho e do socialista Apolo Heringer-Lisboa, Pestana entende que há uma diferença entre as disputas estaduais, que, segundo ele, “nem sempre coadunam com a disputa nacional”.

 

 

AUTONOMIA Durante sua visita a Minas Gerais, na semana passada, Eduardo Campos afirmou não ter feito nenhum pacto de “não agressão” com Aécio. O que Campos deixou claro é que cada estado terá sua autonomia para definir as chapas e candidatos próprios. “Não temos pacto firmado em canto nenhum. Temos partidos que têm relações em vários estados, de disputas e alianças. E respeitamos essa situação. No Recife, disputamos uma eleição com o PT de um lado e o PSDB de outro. Temos um país com 27 estados e cada um com realidade própria. Vamos respeitar a dinâmica de cada estado”, afirmou. Daniel Camargos –ESTADO DE MINAS



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 09h59 PM
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Deputados federais ensaiam repetir em 2014 a prática de substituir os assessores por cabos eleitorais

 

Só no mês passado, foram quase 500 demissões na Câmara

 

 

Brasília – A dois meses do início oficial da campanha eleitoral, deputados federais intensificam a exoneração de assessores parlamentares no Congresso já pensando nas eleições de outubro. O movimento de substituir os profissionais por funcionários lotados nos estados – que acabam atuando como cabos eleitorais – ocorre a cada disputa. De janeiro a abril, 1,3 mil comissionados deixaram seus postos na Casa. São, em média, 326 servidores dispensados por mês. Em abril, o ritmo acelerou, com quase 498 exonerações, ou mais de 30% dos demitidos no ano.

 

A movimentação de exonerações na Câmara às vésperas da eleição ocorre, principalmente, porque o servidor contratado para trabalhar fora de Brasília não precisa comprovar frequência, pontualidade e até a produtividade. Quem se responsabiliza pela constatação de que o nomeado está trabalhando é o chefe de gabinete, mas a vista grossa é prática recorrente.

 

Desde que assumiu a presidência da Associação dos Secretários Parlamentares, Requisitados e Comissionados do Congresso Nacional (Assercon), Ivan Gregório, recebeu centenas de reclamações de assessores em relação ao uso da máquina pública para contratar cabos eleitorais. “Tenho percebido uma movimentação de deputados que acabam com cargos em Brasília para lotar nos estados, onde o funcionário não tem necessidade nenhuma de bater o ponto ou comprovar o serviço feito”, denuncia. “Não há um controle, por exemplo, se as pessoas respeitam o horário de expediente ou vão para o bar nesse período”, completa.

 

Funcionário há três anos de um deputado paranaense, um servidor Fábio que não quis se identificar se viu desempregado da noite para o dia. De olho no cargo do funcionário, o parlamentar avisou que começasse a procurar outra ocupação pois “precisaria da vaga dele”. “Você dedica três anos orientando o deputado da melhor forma possível para ser demitido na maior facilidade, sem reconhecer seu trabalho.”

 

“As movimentações nas exonerações nesta época mostram descaradamente o uso da máquina pública para campanha eleitoral”, indica outra servidora. Cada um dos 513 deputados tem o direito de empregar até 25 secretários parlamentares com salários de R$ 780 a R$ 9 mil. O número de cargos varia de acordo com o salário determinado pelo deputado, que tem cota de R$ 78 mil mensais para a nomeação de comissionados.

 

SALÁRIO MENOR Outra prática comum para abrir espaço no gabinete para contratação de cabos eleitorais é a redução nos vencimentos. “O deputado pediu o cargo para contratar no estado dele, então negociei a metade do meu salário e consegui ficar”, disse outro servidor. A legislação trabalhista no Brasil proíbe a redução da remuneração salarial, mas a regra não protege os secretários parlamentares.

 

 

Uma sugestão para tentar evitar as movimentações, segundo o cientista político Lennon Custódio, seria a criação de uma resolução interna da Câmara proibindo a exoneração seis meses antes Das eleições. “A resolução poderia permitir as remoções dos servidores de Brasília para os estados, possibilitando um aproveitamento dos servidores. Os servidores são demitidos sem seguro desemprego num período de recesso branco, quando não há contratações na Casa. Naira Trindade – ESTADO DE MINAS



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 09h55 PM
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PP mineiro quer que partido apoie campanha do senador Aécio Neves

 

Comando nacional deve definir qual candidato vai apoiar até o fim deste mês

 

 

O PP mineiro vai fazer uma ofensiva para tentar levar o partido para a campanha do pré-candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves. Na terça feira, representantes da bancada estadual e federal, na companhia do governador Alberto Pinto Coelho (PP), se encontram em Brasília com o presidente nacional da legenda, senador Ciro Nogueira (PP-PI). A bancada vai fazer pressão para que não seja fechado um acordo do apoio à candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff. A previsão é de que o comando nacional anuncie oficialmente seu alinhamento com a presidente até o fim deste mês.

 

O PP mineiro defende que o partido apoie Aécio sob o argumento de que a legenda tem chance de vitória com candidatos na cabeça de chapa ou na vice em Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Amazonas e Alagoas e que não há, em nenhum desses estados alianças locais com o PT, afirma um dos organizadores do encontro, o deputado federal Luiz Fernando Faria (PP). Aécio já conta com o apoio da senadora Amélia Lemos (PP-RS), candidata ao governo do Rio Grande do Sul, que defende um alinhamento com os tucanos. A senadora não vai participar do encontro, mas vai se encontrar em Brasília com o governador mineiro antes da reunião com Ciro Nogueira.

 

Para reforçar a pressão, o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Dinis Pinheiro (PP), pré-candidato a vice na chapa do tucano Pimenta da Veiga ao governo do estado, enviou uma carta a todos os parlamentares do partido em Brasília em defesa de uma aliança nacional com o PSDB. “Nosso desejo é que os companheiros de todo o país também possam, após amadurecida reflexão, optar pelo caminho de legar ao Brasil um governo moderno, aberto democrático e capaz de nos transformar em uma Nação menos desigual, mais solidária e mais feliz”, afirma Dinis  na carta.

 

Caso não tenham sucesso, a estratégia dos mineiros é garantir a repetição do quadro de 2010, quando o partido apoiou a eleição da Dilma, mas sem coligação formal, não garantindo à presidente o tempo de televisão do partido no horário eleitoral gratuito, que gira em torno de 1min30. No entanto, Ciro Nogueira, que está fora do Brasil, tem dito a integrantes da legenda que a intenção desta vez é fechar formalmente com o PT na disputa nacional e liberar o partido nos estados, inclusive para a eleição presidencial.

 

MINISTÉRIOS

 

 

O partido, na reforma ministerial de abril, manteve uma das pastas mais cobiçados do Planalto, o Ministério das Cidades, e ainda ganhou o comando da Companhia Hidrelétrica do São Francisco, antigo feudo do PMDB. Mas, de acordo com Luiz Fernando Faria, se prevalecer a intenção de Nogueira de fechar com Dilma, haverá contestação por parte de vários diretórios estaduais, e o assunto terá de ser decidido em convenção. “No mínimo queremos que seja reeditado o acordo de 2010, mas vamos tentar chegar a um consenso para não precisar tratar disso em convenção”, afirma Faria. Alessandra Mello – ESTADO DE MINAS



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 10h45 AM
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PCdoB desiste de candidatura e vai apoiar Fernando Pimentel em Minas

 

O anúncio da aliança entre os partidos deve ocorrer na semana que vem

 

 

O PCdoB fechou acordo com o PT e vai apoiar a candidatura ao governo do estado do ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel. O presidente do partido em Minas, Wadson Ribeiro, e Pimentel se reuniram esta semana para acertar os detalhes da aliança, que deve ser anunciada formalmente semana que vem. No fim do ano passado, o PCdoB chegou a aprovar o lançamento da pré-candidatura da deputada federal Jô Moraes (PCdoB) ao governo do estado, mas com a polarização da disputa entre Pimentel e o candidato do PSDB, Pimenta da Veiga, mudou os planos.

 

De acordo com Jô, a disputa de 2008, quando ela concorreu à Prefeitura de Belo Horizonte, deixou bem claro para o partido a dificuldade de lançar candidaturas isoladas com pouco tempo no horário eleitoral gratuito. Na época, ela chegou a liderar as pesquisas durante um bom tempo, mas com o início do horário eleitoral, com cerca de um minuto de exposição, acabou em terceiro lugar no primeiro turno. Segundo Jô, nenhuma campanha majoritária se sustenta sem tempo mínimo no horário eleitoral.

 

“Na época eu tinha três inserções por dia (pequenos flashes de propaganda exibidos ao longo da programação diária no rádio e na televisão) contra 16 do Leonardo Quintão e 30 do Marcio Lacerda. Foi muito desigual o embate, por isso decidimos não repetir a experiência de 2008.” Para ela, era importante a legenda ter candidato próprio para garantir uma terceira via para o eleitor, “ampliar o debate” e fortalecer a bancada do partido no Legislativo. “Mas não foi possível.”

 

Wadson Ribeiro disse que o partido tentou conseguir apoio de outros legendas, mas não teve sucesso. “Incomoda ver Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do Brasil, ter apenas duas candidaturas de maior peso. No Rio, por exemplo, serão cinco ou seis. Tentamos convencer alguns partidos, mas não tivemos sucesso.”

 

TV

 

De acordo com ele, as duas legendas vão se coligar na chapa majoritária (governador e senador) e na disputa pelas vagas na Câmara dos Deputados. Para a Assembleia Legislativa o partido vai lançar chapa completa, sem alianças. Uma das exigências da legenda para a aliança foi a manutenção do tempo de televisão do PCdoB no horário para deputado federal. É que a praxe é somar o tempo de todos os partidos coligados e distribuir de maneira igualitária entre as legendas. A estratégia do PCdoB é investir em apenas dois candidatos para a Câmara, Jô e o próprio presidente, para tentar dobrar a bancada. Hoje, a deputada é a única representante mineira da legenda na Câmara. A intenção também é tentar aumentar a bancada estadual, formada atualmente por dois representantes.

 

Alessandra Mello – ESTADO DE MINAS



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 10h15 AM
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Pré-candidatos ao governo de MG fazem o primeiro embate eleitoral durante congresso

 

O petista Fernando Pimentel e o tucano Pimenta da Veiga usaram suas palestras no congresso de municípios para exaltar qualidades de Dilma e de Aécio

 

 

Sem se encontrar, mas disputando o mesmo público, os dois pré-candidatos que polarizam a disputa pelo governo de Minas tiveram ontem o primeiro embate eleitoral, que transformaram em ringue para medir forças entre a presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB). O “quase encontro” foi no 31º Congresso Mineiro de Municípios, no Expominas. Enquanto o ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Fernando Pimentel (PT) se esforçou para mostrar sintonia com a petista, chegando até a antecipar um anúncio da presidente, o ex-ministro das Comunicações Pimenta da Veiga (PSDB) gastou quase todo o tempo de sua fala para criticar o governo federal e pregar a necessidade de fazer de Aécio presidente.

 

Pimenta da Veiga descarta 'renúncia' a candidatura ao governo de Minas

Pimenta e Pimentel chegaram juntos, devido a um atraso de cerca de uma hora do petista, mas não se encontraram, já que as equipes de ambos armaram um esquema para evitar que se cruzassem. Primeiro a falar para os prefeitos, Fernando Pimentel concentrou o discurso nas regras de distribuição e recursos e encargos aos entes federados. Se colocando como ex-prefeito de Belo Horizonte, o petista se mostrou solidário às demandas dos prefeitos, principalmente na luta pelo aumento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

 

O pré-candidato do PT saiu em defesa da presidente Dilma e disse que, apesar de o governo ter concedido as isenções no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que geraram queda no FPM, ela deu aporte às prefeituras de 1% no ano passado. O ex-ministro de Dilma aproveitou para dizer que ela deve dar mais dinheiro na próxima marcha dos prefeitos a Brasília, que ocorre na semana que vem. “O governo vai discutir com prefeitos e prefeitas a possibilidade de estender de novo, de fazer um novo aporte, talvez seja até um aporte definitivo. Estou antecipando isso aqui. Depois talvez até a presidente puxe minha orelha”, afirmou, arrancando aplausos dos prefeitos.

 

Ao mesmo tempo, Pimentel tentou desviar o foco das queixas dos prefeitos, propondo uma solução de âmbito estadual. Falando como pré-candidato ao Palácio da Liberdade, o petista afirmou que, se eleito, vai batalhar por uma revisão na distribuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Ele lembrou que 75% do tributo é dividido tendo como critério o desempenho econômico da cidade. Pimentel afirmou ser necessária uma reforma que substitua o Valor Adiconado Fiscal (VAF) por critérios mais equilibrados. Ele também disse que pretende rever e simplificar a Lei Robin Hood, que distribui os outros 25% do ICMS em Minas Gerais, adotando como pontos para repartir a verba a população, extensão territorial e a renda per capita do município.

 

Ao responder perguntas da plateia, Pimentel criticou a segurança no estado. “Não é uma sensação artificial de insegurança. Ela é real e piorou muito em Minas Gerais”, afirmou, alegando que essa é a principal demanda percebida nas cidades que visitou.

 

 Pimenta da Veiga, pré-candidato do PSDB ao governo de Minas: 'Não é justo fazer desonerações às custas dos municípios sem oferecer compensação. O presidente Aécio Neves haverá de mudar isso'  

Pimenta da Veiga, pré-candidato do PSDB ao governo de Minas: "Não é justo fazer desonerações às custas dos municípios sem oferecer compensação. O presidente Aécio Neves haverá de mudar isso"

 

 

‘Apelação eleitoral’

 

Antes de entrar na sala, Pimenta da Veiga classificou a antecipação do anúncio de Dilma por Pimentel uma apelação eleitoral e emendou com uma crítica que se estendeu por toda a palestra aos prefeitos e vereadores: a condenação das promessas de Dilma. “Vocês que estão próximos à BR-381, quantas promessas ouviram de que a rodovia seria duplicada? Sabemos que na semana que vem vão prometer de novo, mas quantos quilômetros foram feitos? Nada”, afirmou o pré-candidato tucano, se referindo à nova visita da presidente Dilma Rousseff (PT) a Minas Gerais, prevista para segunda-feira.

 

Pimenta começou falando dos feitos do então governador Aécio Neves em Minas Gerais, passou pela gestão do sucessor Antonio Anastasia e acabou dizendo que o estado avançou apenas pelo esforço dos mineiros, sem o apoio do governo federal. O tucano disse que nada foi feito pelo metrô de Belo Horizonte e que o mais “constrangedor” foi o estado perder indústrias que, por influência do governo Dilma, foram “desviadas” para estados como Pernambuco e Bahia.

 

Depois de exaltar o Plano Real dos tucanos e colocar o governo petista como responsável pela volta da inflação, Pimenta disse que a única coisa que não cresce no Brasil é o Produto Interno Bruto (PIB). “É um pibinho vergonhoso”, afirmou. Na sequência, o tucano comparou a pré-candidatura de Aécio Neves ao movimento dos mineiros que levou Juscelino Kubitschek à Presidência. “Se Aécio for eleito presidente, será muito bom para o Brasil, mas melhor ainda para Minas Gerais”, disse.

 

 

O pré-candidato também fez promessa pelo presidenciável, que chegou a constar da programação oficial do evento promovido pela Associação Mineira de Municípios mas cancelou a visita por causa de agenda no Congresso. “Não é justo fazer desonerações às custas dos municípios sem oferecer compensação. O presidente Aécio Neves haverá de mudar isso”, afirmou, conseguindo mais aplausos e simpatia dos prefeitos. Depois de defenderem seus candidatos em nível nacional, Pimenta e Pimentel sinalizaram a intenção de, se eleitos, fazer governos em parceria e ouvindo os prefeitos. Juliana Cipriani –ESTADO DE MINAS



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 10h12 AM
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Aécio apresenta proposta de correção do Imposto de Renda com base na inflação

 

Medida foi em resposta à correção da tabela do Imposto de Renda anunciada pela presidente Dilma, considerada pela oposição como medida eleitoreira

 

 

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), apresentou nessa quinta-feira no Senado uma proposta que determina a correção anual do Imposto de Renda com base na inflação. Em resposta à correção de 4,5% na tabela do IR anunciada pela presidente Dilma Rousseff (PT) na véspera do Dia do Trabalho, o tucano propõe que a alíquota que incide sobre o rendimento das pessoas físicas seja corrigida com base no IPCA, índice de inflação oficial do país.

 

Aécio apresentou emenda a uma medida provisória que já tramita no Congresso e que será avaliada por uma comissão mista. Para que a mudança entre em vigor, ela deve ser aprovada na comissão e nos plenários da Câmara e do Senado. Segundo o texto do senador mineiro, a nova forma de correção valeria a partir de 2015.

 

Aécio ironiza postura de Dilma em relação às denúncias contra a Petrobras

A correção de 4,5% na tabela foi anunciada pela presidente durante discurso em rede nacional de rádio e TV. A medida entrará em vigor no próximo ano e vai elevar a faixa de isenção mensal dos atuais R$ 1.787,77 para R$ 1.868,22. A mudança corresponde à meta de inflação do governo e que deveria ser perseguida pelo Banco Central, mas não cobre a variação dos índices de preços.

 

A oposição afirma que o anúncio do Planalto foi uma medida eleitoreira, uma vez que a correção só entra em vigor no ano que vem. Segundo o PSDB, a correção de 4,5% é a mesma que vem sendo praticada nos últimos anos, embora a inflação tenha chegado a 5,91% em 2013. “Entre 2003 e 2014, a inflação acumulada pelo IPCA somou 99,2%, enquanto a correção da tabela ficou em 69,98%”, afirma o PSDB, em nota.

 

CINCO ANOS

 

Após o anúncio feito pela petista, Aécio disparou contra supostos excessos da presidente na divulgação de mudanças com intenção de se beneficiar eleitoralmente. “As promessas não podem ser feitas apenas com sentido eleitoreiro, como fez Dilma. Para mostrar que não faço propostas em troca de moeda eleitoral, estou apresentando esse projeto que vai garantir a correção da tabela do Imposto de Renda pelos próximos cinco anos”, disse o senador.

 

A medida provisória com a correção proposta pelo Planalto vai custar aos cofres do governo cerca de R$ 5,3 bilhões em 2015. Como a MP eleva a faixa de isenção e as de tributação, a União vai arrecadar menos com o Imposto de Renda do que em 2014. Em 2010, ainda no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi aprovada uma medida determinando a correção anual da tabela do IR retido na fonte em 4,5%, de 2011 a 2014.

 

 

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que a correção da tabela seja igual à inflação do ano em curso, para evitar perdas para os trabalhadores. Com a correção menor que a inflação, o pagamento de imposto acaba ficando maior, prejudicando os assalariados e beneficiando os cofres públicos. A nova forma de correção também é defendida por centrais sindicais. (Com agências).



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 10h10 AM
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Afif se diz contra redução da jornada de trabalho

 

 

São Paulo, - O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa e vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, disse ontem à noite na capital paulista que não é o momento de o Brasil reduzir a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. O ministro participou de uma reunião da presidente Dilma Rousseff com cerca de 80 empresários do varejo, que durou pouco mais de três horas.

 

Afif argumentou que o país está em situação de pleno emprego e que por isso não seria adequado alterar as regras agora. "Hoje você acaba tendo dificuldade de encontrar mão de obra, então a hora pra se discutir as 40 horas (semanais) não é agora", disse a jornalistas após o evento.

 

O posicionamento do ministro é uma resposta favorável à demanda apresentada pelo setor varejista. Os empresários também pediram a continuidade da desoneração da folha e flexibilização dos contratos de trabalho para permitir, por exemplo, trabalhadores de fim de semana. Afif disse que o governo acha interessante essa segunda proposta, que deve ser estudada. Quanto à desoneração, disse que deve ser mantida aos setores econômicos mas que a política não será ampliada.

 

Segundo a empresária Luiza Trajano, do Magazine Luíza, que também acompanhou o evento que foi fechado à imprensa, farmácias e supermercados com faturamento anual superior a R$ 15 bilhões não são atualmente contemplados e gostariam de aderir ao benefício fiscal de substituir tributos na folha por uma taxa fixa sobre o faturamento. "A presidente disse que gostaria de aumentar (a desoneração da folha), mas desde que (o governo) tenha fôlego e atualmente não tem fôlego, ela foi bem transparente", disse Luiza sobre o pedido desses segmentos.

 

Questionado sobre a condução da economia pelo governo, Afif disse que o Brasil "acertou em cheio ao valorizar o mercado interno" para superar o cenário de crise internacional. Sobre o limite do modelo de crescimento através do consumo, Afif defendeu o governo dizendo que "tem de haver um equilíbrio entre investimento e consumo, não dá pra parar um e focar no outro".

 

Luiza Trajano fez avaliação semelhante, dizendo que é o consumo que financia o investimento. Quanto à inflação, Luiza disse que a presidente argumentou que é preciso cuidar para os índices não extrapolarem o teto da meta, mas sem prejudicar o desenvolvimento econômico ou gerar desemprego.

 

 

Também após o evento, Afif foi questionado sobre a posição do PSD nas eleições presidenciais. Ele reiterou que é certo o apoio de seu partido à reeleição da presidente Dilma Rousseff. "A nossa posição é firme e não foi por barganha, foi por decisão majoritária do partido. Essa posição não recua." Agência Estado



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 10h03 AM
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Dilma estuda incluir sem-teto no Minha Casa Minha Vida

 

Segundo um dos coordenadores do MTST, Guilherme Boulos, o encontro durou 20 minutos e teve a presença do prefeito Fernando Haddad (PT)

 

 

 

Após a realização de cinco protestos de movimentos que lutam por moradia na manhã desta quinta-feira, em São Paulo, representantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) se encontraram nesta tarde com a presidente Dilma Rousseff (PT), em Itaquera, na zona leste. Segundo a assessoria da presidente, ficou acordado na reunião que o Ministério das Cidades vai estudar a inclusão de moradores de ocupações de São Paulo no programa Minha Casa Minha Vida.

 

Segundo um dos coordenadores do MTST, Guilherme Boulos, o encontro durou 20 minutos e teve a presença do prefeito Fernando Haddad (PT). "A reunião foi positiva. O governo vai estudar a possibilidade de desapropriação do terreno onde está a ocupação Copa do Povo, em Itaquera, para a construção de moradias populares."

 

Pela manhã, três atos simultâneos convocados pelo MTST, Movimento Popular por Moradia (MPM)e pelo Movimento de Luta Popular (MLP) terminaram com a invasão e a pichação de prédios das três principais construtoras responsáveis pela reforma e construção dos estádios da Copa do Mundo: Odebrecht, Andrade Gutierrez e OAS.

 

A manifestação, que teve início na estação Butantã do Metrô, se juntou à marcha do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), somando cerca de 1,5 mil pessoas. Eles caminharam até o prédio da Odebrecht, onde um grupo de cerca de 150 integrantes conseguiu entrar na recepção e pichar vidros, paredes e o chão com frases como "Copa das tropas e das empreiteiras" e "O poder é do povo". A ação no prédio durou cerca de 15 minutos e funcionários foram impedidos de entrar no local. "Não sei o que fazer, parece que eles fecharam todas as portas", disse um funcionário da construtora que chegava para trabalhar e preferiu não se identificar.

 

Os manifestantes que se concentraram na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista, caminharam até a sede da construtora OAS, na Avenida Angélica, onde também houve pichações. Segundo a empresa funcionários foram ameaçados por manifestantes. Já o protesto em frente ao prédio da Andrade Gutierrez partiu da Estação Berrini da CPTM.

 

Empresas

 

 

Após os protestos, as construtoras divulgaram nota lamentando o ocorrido. A Odebrecht disse que "respeita todo tipo de manifestação pública pacífica, mas repudia qualquer ato de vandalismo". Segundo a empresa, o sistema de segurança do local foi reforçado após o ato. A OAS afirmou que "respeita manifestações públicas pacíficas. No entanto, repudia veementemente atos como os ocorridos nesta manhã". A Andrade Gutierrez informou que "respeita toda e qualquer manifestação pública pacífica e entende que isso representa o exercício da democracia. No entanto, a companhia lamenta e repudia atos de vandalismo e violência". Estado de Minas



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 10h00 AM
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Veiga minimiza declarações de Marina sobre PSDB

 

 

Belo Horizonte, 08 - O provável candidato ao governo de Minas pelo PSDB, o ex-ministro Pimenta da Veiga, minimizou nesta quinta-feira as declarações da pré-candidata do PSB à vice-Presidência da República, Marina Silva, que descartou a possibilidade de fazer uma aliança com os tucanos contra o PT.

 

Ao participar de evento em Palmas (TO) na quarta-feira (7), Marina afirmou que não há como "chegar a uma compatibilidade" com o senador Aécio Neves (MG), que participará da corrida presidencial pelo PSDB e é o principal padrinho político da candidatura de Pimenta. "Não quero fazer nenhum enfrentamento com a chapa do Eduardo Campos, que é uma pessoa que respeito e que acho que está fazendo um trabalho importante", declarou o ex-ministro, referindo-se ao ex-governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, que encabeçará a chapa de Marina. "Quanto às conversas com o PSB, elas estão evoluindo. Não há ainda nenhuma decisão, mas eu espero que possamos trabalhar juntos", completou.

 

O ambientalista Apolo Heringer, representante da Rede Sustentabilidade no PSB mineiro, apresentou seu nome para disputar o governo mineiro. Para ele, a aliança entre a Rede causou uma "transformação" na legenda socialista e "não faz mais sentido manter a aliança" do partido com o tucanato mineiro, que ocorre desde a primeira eleição de Aécio para o Executivo mineiro, em 2002.

 

 

Mas, ao participar de uma série de eventos na região metropolitana de Belo Horizonte na segunda-feira (5), Campos revelou que foi informado pelo presidente do diretório mineiro de seu partido, o deputado federal Júlio Delgado, de que "larga maioria" da legenda tem intenção de aderir à campanha tucana em Minas. E adiantou que não haverá intervenção da executiva nacional na decisão do diretório mineiro. Para Pimenta da Veiga, "é lógico" que, agora, cabe à direção estadual socialista convencer os representantes da Rede a aderirem à sua candidatura. Agência Estado



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 09h58 AM
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Pimentel diz que Dilma estuda fazer aporte ao FPM

 

 

Belo Horizonte, 08 - Provável candidato ao governo de Minas pelo PT, o ex-ministro Fernando Pimentel aproveitou palestra para centenas de representantes de prefeituras mineiras nesta quinta-feira para revelar que o governo federal estuda fazer um aporte ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O anúncio, que segundo o petista pode lhe render um "puxão de orelha" pela presidente Dilma Rousseff, foi considerado uma "apelação eleitoral" pelo principal adversário de Pimentel na disputa estadual, o também ex-ministro Pimenta da Veiga (PSDB).

 

"O governo federal vai discutir com prefeitos e prefeitas a possibilidade de estender de novo, de fazer um aporte de novo, talvez até seja um aporte definitivo, no FPM", afirmou Pimentel, sob aplausos da plateia, em palestra proferida durante o 31º Congresso da Associação Mineira de Municípios (AMM). Pimentel não revelou o valor nem a data para esse aporte porque, segundo ele, seria "ir muito além" do que poderia revelar. "Estou antecipando isso. Talvez a presidente me puxe a orelha", disse o ex-ministro, que deve encontrar-se com Dilma na segunda-feira (12) durante visita da presidente a Ipatinga, no Vale do Aço mineiro, onde ela assinará ordem de serviço para a duplicação da BR-381.

 

Presente no mesmo evento que o petista, Pimenta da Veiga usou a mesma BR-381 para lembrar que as obras já faziam parte de promessas de campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assim como de Dilma. "É uma coisa dolorosa algumas apelações eleitorais. É preciso fazer política num nível mais alto. Será que o PT ainda não se convenceu de que ninguém mais acredita nas promessas que fazem?", declarou, referindo-se ao anúncio da possibilidade de aporte do governo federal no FPM.

 

Pimentel rebateu o tucano lembrando que o governo federal já fez um aporte no FPM para compensar as perdas do fundo com a desoneração do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) de automóveis e eletrodomésticos. Foram liberados R$ 1,5 bilhão em setembro e outro R$ 1,5 bilhão em abril passado. "Ano passado nós já fizemos (aporte) e não tinha eleição. É uma reivindicação justa dos prefeitos. Se o governo federal atendê-la, não vai estar fazendo nada que não tenha feito no ano passado e nos anos anteriores", observou.

 

"O próprio presidente Lula, no seu mandato, concedeu aumento de 1%, esse sim definitivo, no FPM", concluiu o ex-ministro, que fez questão de salientar sua posição de "apoiador do governo federal". "Alguém tem dúvida disso? Sou apoiador da presidente Dilma, da sua reeleição. Eu tenho um lado muito claro nessa eleição", concluiu.

 

Agência Estado



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 09h52 AM
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Cid Gomes reage ao que chama de 'chantagem' do PROS

 

 

Fortaleza, 08 - Um dos principais líderes do PROS, o governador do Ceará, Cid Gomes, reagiu nesta quinta-feira e chamou de "chantagem" o movimento de dirigentes e parlamentares do partido que exigem a saída do ministro Francisco Teixeira, da Integração Nacional, e ameaçam apoiar o candidato do PSB a presidente, Eduardo Campos, se não forem atendidos.

 

Teixeira é ligado a Cid, aliado da presidente Dilma Rousseff que deixou do PSB por discordar da candidatura de Campos e para participar da campanha de reeleição da petista. Cid negou que tenha indicado o ministro e disse que foi apenas consultado por Dilma sobre a escolha.

 

O líder do PROS na Câmara, Givaldo Carimbão (AL), levou o pedido de saída do ministro ao chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante. "Abomino qualquer tipo de chantagem. Saí do PSB porque o partido resolveu ter candidatura à Presidência e eu não concordei. Minha condição (para entrar em outro partido) era o apoio a Dilma. E o PROS garantiu apoio a Dilma. O líder do PROS alega ter desconforto da bancada, mas a história que sei é que o líder não representa o sentimento da bancada. Ele está defendendo interesse dele mesmo", disse Cid.

 

O governador desembarca terça-feira (13) em Brasília para uma reunião com o comando do partido. Os rebelados do PROS têm reclamado de falta de atenção por parte do ministro da Integração e também de que Cid é o único interlocutor do partido com Dilma. "É ciúme? Estão incomodados porque sou amigo da Dilma? Que história é essa? Todo dia tem futrica. Eu sou inimigo do PROS? Terça-feira vamos ter uma conversa olho no olho", afirmou o governador. "Não tenho ministério, não quero ministério. Quero apoio e parceria do governo federal para minhas ações aqui e tenho tido", reagiu.

 

Hoje, Cid ligou para o presidente do PROS, Eurípedes Junior, e se queixou não só do movimento pela saída de Francisco Teixeira como da declaração do vice-presidente nacional do partido, senador Ataídes Oliveira (TO), que defendeu apoio ao pré-candidato do PMDB ao governo do Ceará, senador Eunício Oliveira. O PMDB deixou na semana passada o governo de Cid Gomes, que ainda não escolheu o candidato do PROS à sua sucessão. "O vice-presidente do partido dá opinião em outro Estado? Que diabo é isso? Pessoas do meu partido estão fazendo ataques grosseiros. Falei com o presidente do partido da minha inquietação e decepção", disse o governador.

 

 

Na entrevista, o governador criticou partidos aliados de Dilma. "O problema desse arco de forças do Brasil são concessões demais, além da conta, o que trouxe a pecha de fisiologia e corrupção", afirmou Cid sobre a base de Dilma. O governador atacou a ala do PR que lançou o movimento pela volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "O PR é um ajuntamento de oportunistas, salvo honrosas exceções. Quer um ministério para fazer negócio. A Dilma reage a isso, finca o pé, escolheu um quadro sério do partido (César Borges, ministro dos Transportes). A briga do PR é porque a Dilma quer moralizar. Essa é uma das partes boas da Dilma. E o PMDB a gente sabe como é", afirmou. Agência Estado



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 09h49 AM
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CLAUDIO HUMBERTO - 6 DE MAIO DE 2014

 

REVELAÇÕES DE EX-DIRETOR PODEM ‘INCENDIAR’ O PAÍS

Pessoas ligadas ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso na Operação Lava Jato, garantem: ele não repetirá Marcos Valério, que aguentou firme, não entregou ninguém, preservou o ex-presidente Lula e foi condenado a 37 anos de prisão. Costa pode “incendiar” o País, recorrendo a delação premiada, e contar tudo sobre negociatas, não só na Petrobras, e o envolvimento de autoridades federais e estaduais.

 

PRIMEIRO A FAMÍLIA

A delação premiada de Paulo Roberto Costa poderá reduzir sua pena e livrar familiares, que correm risco de cadeia por obstruírem a Justiça.

 

SOB PROTEÇÃO

São tão graves as esperadas revelações do ex-diretor que sua defesa poderá solicitar sua inclusão no Programa de Proteção a Testemunhas.

 

SEGURANÇA MÁXIMA

Paulo Roberto Costa foi levado de volta à carceragem da PF para sua segurança. No presídio comum, poderia ser alvo de queima de arquivo.

 

SILÊNCIO DE OURO

Fornecedores ou parceiros de grande e médio portes da Petrobras, estão insones, rezando para que Paulo Roberto Costa fique calado.

 

NEGÓCIO NA ÁFRICA DE BANQUEIRO AMIGO VAI À CPI

Será alvo da CPI a venda amiga dos poços de petróleo da Petrobras na África para o BTG, banco de André Esteves, quando ainda era “amigo de infância” do ex-presidente Lula e de Antônio Palocci, em 2012. A oposição quer saber como ativos na Nigéria, Tanzânia, Angola, Benin, Gabão e Namíbia, avaliados em US$ 7 bilhões por Jorge Zelada, ex-diretor da área internacional, foram dados ao BTG por US$ 1,5 bilhão.

 

PREÇOS ALTERADOS

O valor dos ativos da Petrobras na África foram reestimados depois da posse de Graça Foster na presidência da estatal, em 2012.

 

PECHINCHA AMIGA

Avaliados em US$ 7 bilhões, os poços africanos caíram para US$ 4,5 bi, US$ 3,16 bi, até o BTG levar o negócio pela bagatela de US$1,5 bi.

 

IMPRESSIONANTE

Com a CPI, a oposição quer entender como em menos de 1 ano o BTG obteve retorno de US$ 150 milhões na África, a título de dividendos.

 

LIGAÇÕES ESTREITAS

O presidente do Santa Cruz, Antônio Luiz Neto, há muitos anos garante sua reeleição, como vereador pelo PTB no Recife, com sua ligação à torcida organizada “Inferno coral” (cujos integrantes ele fez sócios do clube), acusada de matar um rival com vaso sanitário atirado do alto.

 

LIVRE BARBÁRIE

Somente a torcida “Inferno coral”, do Santa Cruz, teria o poder – “sem ser notada pela segurança” – de arrancar privadas, subir dois lances e atirá-las do alto arquibancada, matando o torcedor Paulo Ricardo.

 

MANUAL ASSASSINO

O manual de guerra dos Black Blocs, revelada pela coluna, ensina como fazer uma bazuca caseira gastando apenas R$ 9,00. O livro destaca ainda que “com sorte e boa mira” o disparo pode ser letal. Material semelhante matou o cinegrafista Santiago Andrade, da Band.

 

CUMPLICIDADE

O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) não economizou críticas e acusou o governo de ser cúmplice dos mascarados Black Blocs. “É armação terrorista com a complacência do governo”.

 

DISTANCIAMENTO

Não passou despercebido o distanciamento entre presidenta Dilma e o antecessor Lula, no Encontro Nacional do PT. Ao fim do evento, ela foi embora e Lula ficou no local, distribuindo abraços e poses para fotos.

 

ATÉ TU, TEMER?

Dirigentes do PMDB acharam no mínimo esquisita a decisão do vice-presidente Michel Temer de não colocar os pés no Encontro Nacional do PT, que lançou a pré-candidatura Dilma à reeleição.

 

MARA NÃO VIU

A deputada Mara Gabrilli (PSDB), que disse há dias que José Dirceu tem regalias na prisão, sequer conseguiu entrar na cela por causa da cadeira de rodas. Ela ficou na porta, embaixo de uma goteira.

 

AQUELA MÃOZINHA

Responsável pela imagem nacional do PMDB, o publicitário Elsinho Mouco foi convidado a dar suporte na coordenação de comunicação da campanha do senador Lobão Filho ao governo do Maranhão.

 

PENSANDO BEM…

 

…só o jornal britânico Financial Times está rindo muito das trapalhadas econômicas de Dilma, que as comparou aos impagáveis Irmãos Marx.



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 03h40 PM
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PESQUISA: DILMA NÃO GANHARIA MAIS EM 1º TURNO

 

PESQUISA SENSUS COLOCA DILMA COM 35%, AÉCIO COM 23,7% E CAMPOS 11%

 

 

 

Pesquisa Sensus divulgada no sábado (03) indica que se as eleições fossem realizadas hoje, haveria votação em segundo turno. A presidente Dilma Rousseff (PT) teria 35% das intenções de votos, o senador tucano Aécio Neves (MG) teria 23,7% e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) teria 11%, votos brancos e nulos e não sabe ou não respondeu, 30,4%. Juntos, Aécio e Campos têm 34,7% dos votos, praticamente a mesma porcentagem de Dilma (diferença de 0,3%). A margem de erro é de 2,2%.

 

No cenário com outros presidenciáveis, Dilma registra 34%, Aécio 19,9%, Campos 8,3%, Pastor Everaldo (PSC) 2,3%, Randolfe Rodrigues (PSOL) 1,0%, Eymael (PDC) com 0,4%, Mauro Iasi (PCB) 0,3%, Levy Fidelix (PRTB) 0,1%, brancos e nulos e não sabem ou não responderam, 33,9%.

 

Nas projeções de segundo turno numa eventual disputa entre Dilma e Aécio, a petista aparece com 38,6% e o tucano com 31,9%. Se a disputa for contra Eduardo Campos, a presidente da República registra 39,1% e o ex-governador de Pernambuco, 24,8%.

 

A pesquisa traz ainda os índices de rejeição dos principais presidenciáveis. Do total de entrevistados, 42% afirmaram que não votariam em Dilma de jeito nenhum. Já a taxa de rejeição de Eduardo Campos ficou em 35,1%; e a de Aécio Neves, em 31,1%.

 

 

A pesquisa do Instituto Sensus, de Belo Horizonte, presidido por Ricardo Guedes, está registrada no TSE sob protocolo nº BR-00094/2014. A mostra foi realizada com dois mil entrevistados, no período de 22 a 25 de abril, em todo o Brasil. AE



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 03h21 PM
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Atenção: termina em 7 de maio prazo para ficar em dia com a Justiça Eleitoral

 

Faltam apenas dois dias para o eleitor que ainda não regularizou a situação junto a Justiça Eleitoral ficar apto para votar nas Eleições Gerais de 2014. O cidadão tem até a próxima quarta-feira (7) para fazer a inscrição eleitoral, pedir a transferência do título de eleitor ou ainda solicitar a transferência para votar em uma seção eleitoral especial no pleito deste ano.

 

Para requerer o título de eleitor, o interessado deve procurar um cartório eleitoral mais próximo de sua residência e apresentar o documento oficial de identificação com foto, comprovante de residência e o certificado de quitação do serviço militar obrigatório, para pessoas do sexo masculino, maiores de 18 anos. O título é o documento que comprova o alistamento eleitoral e informa o número de inscrição, zona eleitoral e o local de votação.

 

Já para fazer o pedido de transferência do domicílio eleitoral nos casos em que eleitor mudou de município, estado ou país, é preciso apresentar o documento de identificação com foto, o título de eleitor e um comprovante de residência. O requerente também deverá estar quite com a Justiça Eleitoral, ou seja, ter cumprido obrigações legais, ter obtido o primeiro título ou feito a última transferência há pelo menos um ano e residir no novo domicílio há, no mínimo, três meses.

 

Também termina no dia 7 de maio o prazo para o eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida solicitar a transferência do local de votação para uma Seção Eleitoral Especial. Os procedimentos previstos na Resolução TSE nº 21.008, aprovada em 2002, determinam que os locais especiais de votação sejam de fácil acesso, com estacionamento próprio e instalações que atendam às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

 

Biometria

 

Quem não fez o recadastramento biométrico nos municípios que utilizarão as urnas eletrônicas com o leitor de biometria nas eleições deste ano, terá o título cancelado e estará sujeito a certas restrições, tais como ficar impedido de tirar passaporte, não conseguir obter financiamento em instituição de crédito pública e não poder tomar posse em cargo público. Para regularizar a situação e conseguir votar no pleito de 2014, o eleitor deve procurar o cartório eleitoral mais próximo de sua residência até o próximo dia 7 de maio.

 

Eleições 2014

 

No dia 5 de outubro, os brasileiros vão às urnas escolher o presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital. Nos casos de eleições majoritárias (presidente e governador) em que houver segundo turno, os eleitores voltarão às urnas no dia 26 de outubro.

 

JP/DB  direto do TSE

 

 

 



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 02h20 PM
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Taxa de expediente é inconstitucional

 

TJMG JULGOU AÇÃO CONTRA A PREFEITURA DE VALADARES, CONSIDERANDO INCONSTITUCIONAL A COBRANÇA DA “TARIFA” DE EXPEDIENTE. STF TAMBÉM JULGOU INCONSTITUCIONAL A COBRANÇA DA TAXA EM TODO O PAÍS

 

A COBRANÇA é inconstitucional por não se tratar de serviço prestado ou colocado à disposição do contribuinte, e sim instrumento usado na arrecadação, segundo o TJMG e o STF

 

GOVERNADOR VALADARES - Em decisão unânime, os desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) julgaram, no último dia 21 de março, como inconstitucional a cobrança da “tarifa” de expediente cobrada pela prefeitura de Valadares. A decisão foi proferida em resposta a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada pela Procuradoria Geral do Ministério Público de Minas Gerais, no ano passado.

 

A ação de inconstitucionalidade foi proposta pelo MPE em março de 2013 contra a Lei Complementar 034/2001, que permitiu que fossem instituídos preços públicos por decreto, e o Decreto 7.580/2002, que institui a tarifa de expediente no município de Governador Valadares. Após essa ação da Procuradoria, o município interpôs recurso, os embargos de declaração, mas o TJMG manteve a decisão e considerou a inconstitucionalidade da tabela I do decreto, que estabelece as tarifas de expediente dos serviços administrativos.

 

A ADI contestou a legalidade, uma vez que ela foi criada com base em decreto e não em lei ordinária, o que a tornaria irregular. O vereador Dr. Luciano (PSDB) também entende como inconstitucional a cobrança e que deveria haver uma lei para essa finalidade. “A cobrança da taxa de expediente precisa de uma lei e da aprovação da Câmara, não pode ser por meio de decreto, pois não há um serviço prestado. A taxa é um tributo, tem que ser prestado o serviço e cobrar por ele. O maior interessado é o município, que vai arrecadar com o pagamento dos tributos”, afirmou o vereador.

 

O advogado Luciano Souto, membro do movimento Moraliza GV, afirma que, apesar da denominação “tarifa”, foi criada uma verdadeira “taxa”, espécie de tributo cuja criação só pode ser por meio de lei e nunca por decreto. “A tarifa é sempre de caráter voluntário, facultativo para os cidadãos, enquanto que a taxa é compulsória, como ocorre com a taxa de expediente cobrada pelo município de Governador Valadares”, disse.

Em seu julgamento, o TJMG reconheceu que a cobrança das tarifas de expediente pela prefeitura de Valadares não se reveste da característica da facultatividade. “Na verdade, a administração, por meio de um decreto, repassou para os contribuintes o custo da emissão da guia de pagamento de tributos e de outros atos relativos à atividade tributária. Não há uma contraprestação ou exercício do poder de polícia que justifique a instituição de uma taxa para emissão de tais documentos. Trata-se, portanto, de um ilegítimo mecanismo de arrecadação de receita”, declarou Luciano Souto.

DECISÃO DO STF

 

O órgão máximo do Poder judiciário no Brasil, o Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu  na última semana que a taxa de expediente para emissão ou remessa de carnês e guias de recolhimento de tributos é inconstitucional em todo o território nacional. Segundo o relator do caso, ministro Dias Toffoli, não se trata de serviço prestado ou colocado à disposição do contribuinte. Em sua decisão, Toffoli argumentou que a emissão de guia de recolhimento de tributos é de interesse exclusivo da administração e constitui instrumento usado na arrecadação. A decisão foi proferida no julgamento de um recurso interposto pelo município de Ouro Preto (MG) em que questionava decisão do TJMG que entendeu inconstitucional a taxa de expediente.

 

Repercutindo em Valadares, a decisão do STF, aliada à decisão do TJMG no julgamento da ADI, abre um precedente para que todo cidadão que pagou a tarifa de expediente nas guias expedidas pela prefeitura possa ingressar na Justiça para pleitear a devolução dos valores. “A cobrança pode ser retroativa aos últimos cinco anos. Será necessário apresentar os comprovantes dos pagamentos, as guias pagas em que foram cobradas indevidamente as taxas de expediente”, concluiu o advogado Luciano Souto.

 

PREFEITURA

Por meio de nota assinada pelo procurador-geral do município, Schinyder Exupery Cardozo, a prefeitura informou que espera a publicação do julgamento do STF para cancelar as cobranças. "Considerando a decisão do Supremo Tribunal Federal acerca da taxa de expediente, todas as cobranças que sejam idênticas ao disposto na decisão do Supremo serão canceladas a partir da publicação do julgamento pelo STF, já que se trata de decisão com repercussão geral expedida pelo Plenário da Suprema Corte de Justiça”, conclui a nota, que não fez menção à decisão do TJMG.

 

por ROSANE SANTIAGO – DIÁRIO DO RIO DOCE



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 02h03 PM
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Em BH, Eduardo Campos cumpre agenda ao lado de dirigentes do PPS, PSB e Rede

 

 

"A candidatura de Eduardo nasce como uma alternativa democrática a este ciclo perverso de corrupção e ineficiência guiado pelo PT. " afirmou Luzia

 

 

 

Pré-candidato a presidência da República, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos cumpriu agenda política nesta segunda-feira, dia 5, em Belo Horizonte. O presidente nacional do PSB foi homenageado na Câmara Municipal com o título de Cidadão Honorário da cidade. Participaram do encontro dirigentes e parlamentares do PSB, PPS e Rede Sustentabilidade, partido liderado pela ex-senadora Marina Silva.

 

Presidente do PPS de Minas Gerais, a deputada estadual Luzia Ferreira acompanhou a homenagem e falou sobre a pré-candidatura de Eduardo Campos, que ganhou o apoio do partido em dezembro de 2013 durante o XVIII Congresso Nacional do PPS. "A candidatura de Eduardo nasce como uma alternativa democrática a este ciclo perverso de corrupção e ineficiência guiado pelo PT. Seus projetos para o país estão fundados na ética, na correta aplicação dos recursos públicos e na atenção prioritária a questões estruturantes como a saúde, a educação, a mobilidade urbana e a segurança", afirmou Luzia.

 

Após receber a homenagem, Eduardo Campos ressaltou em seu discurso a crise econômica vivida pelo Brasil e afirmou que o país perdeu o rumo das conquistas e do combate à inflação. O socialista disse também que o país registrou, nos últimos três anos, o "menor crescimento da história republicana". Como vem sendo costumeiro em suas declarações, Eduardo fortaleceu o discurso de desejo de mudança dos brasileiros. "O país deseja uma mudança pra melhor que não desmanche nem destrua as conquistas de ontem, mas busque as conquistas do amanhã", frisou.

 

Pela manhã, Eduardo Campos visitou, ao lado do prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, uma das 79 unidades municipais de educação infantil (Umei's) da capital. Em entrevista coletiva, Eduardo afirmou que a tendência do PSB de Minas é oficializar em junho o apoio da legenda à candidatura de Pimenta da Veiga (PSDB) ao governo do estado.

 

 

À tarde, o socialista participou de debate com executivos no "Conexão Empresarial", evento organizado mensalmente pela VB Comunicação com apoio do Lide, Grupo de Líderes Empresariais. Em fevereiro, o convidado foi o pré-candidato a presidente pelo PSDB, senador Aécio Neves. Por: Assessoria PPS



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 01h58 PM
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Campos marca diferenças entre ele e Aécio

 

 

 

Dois dias depois da declaração do tucano Aécio Neves de que ele e o socialista Eduardo Campos estarão juntos em 2015, o candidato do PSB à presidência da República procurou marcar as diferenças entre os dois adversários da presidente Dilma Rousseff nas eleições de outubro.

 

"Temos projetos distintos, com bases política e social distintas. Isso não impede que tenhamos capacidade de ver o que nos une. Mas oferecemos caminhos diferentes. Eu assumi o compromisso de não retirar nenhum direito do trabalhador, considero a idade penal cláusula pétrea da Constituição Federal.

 

Quem disser que vai mudar, está desconhecendo da decisão da Suprema Corte do País", afirmou Campos, que participou no Rio do encerramento de um seminário sobre educação do Partido Pátria Livre (PPL), que o apoia na disputa presidencial.

 

Aécio defende o projeto de Lei que reduz a maioridade penal para 16 anos nos casos de crimes hediondos, e Campos é contrário à proposta.

 

Em discurso para os integrantes da Juventude Pátria Livre (JPL), Campos disse que as forças que têm o poder farão "terrorismo eleitoral" com a propagação de informações falsas como a de que outro vencedor, senão Dilma, acabaria com o programa Bolsa Família. O candidato do PSB disse que é preciso reagir aos boatos. Campos defendeu ainda uma fórmula fixa para reajuste dos combustíveis e criticou o governo por segurar o aumento da gasolina para evitar a alta da inflação.

 

Agência Estado



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 11h12 AM
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Sem Dilma, Aécio faz campanha 'solo' em Uberaba

 

Aécio Neve participou de tradicional feijoada do empresário. Dilma, que foi a Uberaba sábado para abrir a feira e acabou vaiada pelos fazendeiros, agradeceu o convite

 

 

Uberaba - Realizada anualmente após a abertura da ExpoZebu, em Uberaba (MG), a feijoada da fazenda Mata Velha, do empresário Jonas Barcellos, é um encontro social e político conhecido por duas características. Primeiro: é seletivo. Só entra quem tem nome na lista e os penetras são barrados. Segundo: reúne muitos políticos, de várias matizes ideológicas.

 

Em 2010, José Serra, então pré-candidato tucano à Presidência, e Dilma Rousseff, então pré-candidata petista, dividiram a mesa no almoço. "Esse é, por excelência, um espaço para que todos possam se encontrar e conversar", diz Barcellos.

 

Neste ano, porém, o pré-candidato tucano ao Planalto, o mineiro Aécio Neves, fez campanha solo na feijoada. Dilma, que foi a Uberaba sábado para abrir a feira e acabou vaiada pelos fazendeiros, agradeceu o convite, mas preferiu participar de um evento da Petrobras e voltar para Brasília.

 

Enquanto Dilma encerrava seu discurso na feira sob vaias, Aécio já estava na feijoada, recebendo a atenção dos pecuaristas. O tucano havia chegado a Uberaba na tarde de sexta-feira, se reunido com pecuaristas e dormido na Fazenda São Geraldo, do amigo de infância e pecuarista Mário de Almeida Franco Jr. Até os anos 90, era na São Geraldo, um reduto da política mineira, que o tradicional almoço de sábado era oferecido.

 

Na feijoada, Aécio estava acompanhado de outros integrantes do PSDB, como o pré-candidato ao governo de Minas, Pimenta da Veiga, e de Serra, antigo rival na disputa interna pela candidatura à Presidência. Aécio e Serra conversaram e se abraçaram várias vezes, mas, segundo Serra, o encontro em Uberaba não foi agendado. "Não viemos juntos, viemos ao mesmo tempo", disse o tucano paulista.

 

A percepção geral entre os demais convidados foi de que Aécio, que já se autointitulou "candidato do agronegócio", mais do que nunca, fazia parte do ambiente dos pecuaristas.

 

Representantes de outros partidos permaneceram junto ao senador boa parte do tempo, entre eles, os deputados federais Carlos Melles (DEM-MG), ex-ministro no governo Fernando Henrique Cardoso, e Abelardo Lupion (DEM-PR), um dos fundadores da bancada ruralista. "O setor foi muito mal tratado nesses anos todos e precisamos de alguém que entenda como ele funciona - Aécio está demonstrando que é essa pessoa", disse Lupion. Na noite de sexta-feira, Aécio apareceu de surpresa no leilão organizado por Lupion e os cerca de 500 pecuaristas presentes aplaudiram a sua chegada.

 

 

Aécio deixou a fazenda por volta faz 15 horas e foi direto para o aeroporto, onde embarcou para o Rio. Uma hora depois, quando começava o show da cantora Preta Gil, quem atravessou o salão foi o ex-ministro do Desenvolvimento Fernando Pimentel, pré-candidato do PT ao governo de Minas. Recebeu abraços, trocou palavras com os presentes e tomou caldinho de feijão. Agência Estado



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 11h09 AM
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Em BH, Eduardo Campos sinaliza que PSB apoiará Pimenta da Veiga ao governo de Minas

 

O ex-governador de Pernambuco está em Belo Horizonte para receber o título de cidadão honorário da Câmara de Belo Horizonte e participar de encontro com empresários

        

O ex-governador de Pernambuco e pré-candidato à Presidência da República Eduardo Campos disse nesta segunda-feira, em Belo Horizonte,  que não vai interferir na  disputa interna do PSB em Minas. O partido ainda não definiu que participação terá na campanha eleitoral deste ano ao governo de Minas. De um lado, há os que defendem a candidatura do ambientalista Apolo Heringer. Em contrapartida, a aliança com o PSDB é uma vertente de outro grupo de militantes do partido, que querem apoiar a candidatura do tucano Pimenta da Veiga.

 

Apesar da cautela para não melindrar parte dos colegas de partido em Minas, que apoiam a candidato de Heringer, Campos sinalizou, no entanto, qual deverá ser o caminho a ser seguido pelo PSB no Estado. De acordo com ele, o presidente do PSB mineiro, deputado federal Júlo Delgado, tem reiterado que a maioria quer apoiar a candidatura de Pimenta. Em troca do apoio, afirmou Campos, o PSB ganharia a primeira suplência na chapa para senador, cujo pré-candidato é o ex-governador Antônio Anastasia (PSDB).

 

Segurança

 

Eduardo Campos voltou a reiterar que é contra a redução da maioridade penal. Ao contrário do que defende o pré-candidato à Presidência da República, senador Aécio Neves (PSDB), favorável à iniciativa em se tratando apenas de crime hediondo. “O STF (Supremo Tribunal Federal) já decidiu pela manutenção da atual regra, a menos que se mude a Constituição”, justificou Campos.

 

Para ele, evitar a reincidência de menores infratores tem a ver com o tempo que permancem nas casas de internações. Campos disse que, se eleito, aumentaria a punição e, ainda, criaria lugares adequandos - sem entrar em detalhes-, para o cumprimento da medida de ressocialização.

 

O ex-governador de Pernambuco também defendeu outras medidas para conter a violência que assombra a população brasileira. De acordo com ele, os alvos seriam ampliar o efetivo da Polícia Federal, garantindo maior policiamento nas fronteiras do país, evitando a entrada de drogas e armas - cujo tráfico e contrabando estão, segundo especialistas, no centro das principais causas da violência.

 

Economia

 

O ex-governador que está em Belo Horizonte para receber o título de cidadão honorário de Belo Horizonte, em solenidade marcada para as 10 horas deste segunda-feira, na Câmara de Belo Horizonte, voltou a criticar o governo da adversária na disputa eleitoral deste ano, a presidente Dilma Rousseff (PT).

 

Campos considerou que o governo sustenta “um cenário da pior política econômica “, combinando índice inflacionário batendo no teto da meta, estipulado pela atual equipe econômica em 6,5% por ano, além de juros altos e crescimento econômico baixo. A receita de Campos, reiterada por ele em Belo Horizonte, é manter a inflação no centro da meta, de 4,5% e, ainda, manter os gastos de acordo com a arrecadação, junto com o enxugamento do número de ministérios, que hoje é 39 pastas, e a independência do Banco Central.

 

Inclusão social

 

 

Eduardo Campos também garantiu que vai manter os programas de inclusão social do governo Dilma – Bolsa-Família, Pronatec e Programa Mais Médicos. Ele fez questão de mencionar que participou da criação, como ministro fo Governo Lula (2003/2010), do Bolsa Família, que, para ele, é uma “conquista do povo brasileiro”.  Iracema Amaral / ESTADO DE MINAS



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 11h04 AM
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Candidatura de Dilma é "irreversível", diz Falcão

 

Segundo presidente nacional do PT, Lula será o chefe da campanha de Dilma independente de ter um cargo formal ou não

 

 

A candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff é "irreversível", garantiu no sábado (3) o presidente nacional do PT, Rui Falcão, buscando reafirmar que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não a substituirá na corrida pelo Palácio do Planalto. "Acho que isso ficou muito claro", afirmou, referindo-se ao consenso do 14.º Encontro Nacional do partido, realizado em São Paulo e que formalizou a pré-candidatura da presidente. "Estamos dizendo há muito tempo que ela é a nossa candidata."

 

Segundo Falcão, Lula será o chefe da campanha de Dilma independente de ter um cargo formal ou não. "Lula é o grande comandante", afirmou. "Ele transcende qualquer estrutura organizacional. Lula não precisa ter cargo para estar no dia a dia da campanha."

 

O secretário nacional de Comunicação, vereador José Américo, admitiu, no entanto, que Lula poderá sim ter "algum cargo" na coordenação de campanha, mas não será o de coordenador.

 

Falcão também destacou quais serão as táticas eleitorais para a campanha de Dilma Rousseff. "Buscamos a continuidade do projeto do PT e isso se dá com a reeleição de Dilma", afirmou. A intenção do PT, segundo ele, é de que a campanha tenha uma participação efetiva da sociedade, dos sindicatos e de parlamentares. Além disso, o PT quer evitar palanques duplos nos Estados, mas caso isso não seja possível a sigla buscará trabalhar "democraticamente" com outros partidos.

 

O presidente nacional do PT reconheceu que a campanha pela reeleição de Dilma será "difícil", uma vez que a disputa se dará com adversários que têm força na "elite e na imprensa", avaliou, referindo-se ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) e ao ex-governador pernambucano Eduardo Campos, do PSB.

 

 

Questionado sobre o impacto eleitoral de uma suposta ligação do ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha com um laboratório do doleiro Alberto Youssef - investigado em operação da Polícia Federal -, Falcão afirmou que não há motivo para retirar Padilha da disputa pelo governo do Estado de São Paulo porque o ex-ministro é "inocente". (José Roberto Gomes/ Agência Estado)



Escrito por www.fabiopersi.zip.net às 11h00 AM
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